Porque curtimos e compartilhamos

Os verbos curtir e compartilhar nunca foram tão utilizados no mundo inteiro. Além de possibilitar a interação social e a publicação de conteúdos por qualquer pessoa, as mídias sociais permitem que o usuário se comunique livremente, sem o controle da mídia convencional, como o rádio e a TV. Mas você já parou pra pensar: as mídias e as redes sociais influenciam de que forma na sua vida? Até que ponto os conteúdos publicados nas redes sociais estão orientando gostos, opiniões e posicionamentos nos mais diversos campos de atuação?pinheiro

Para Marco Antônio Pinheiro, professor no curso de Publicidade e Propaganda da Univali, as interações online tendem a aumentar ainda mais nos próximos anos, e a onda dos aplicativos e da interatividade por meio das redes sociais estão longe do fim. Entenda qual é o impacto da tecnologia na nossa rotina e como os aplicativos mudaram a maneira como interagimos com as outras pessoas.

Confira na íntegra:

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Porque ainda é necessário falar sobre escravidão

Passados 126 anos do fim da escravidão no Brasil, o assunto ainda repercute na sociedade e merece atenção de estudiosos. Por isso, o curso de História da Univali convidou o historiador José Bento Rosa da Silva para apresentar a palestra com o tema “Escravidão, abolição e pós-abolição: até onde a memória alcança”.

José Bento Rosa da Silva é doutor em História e possui consistente experiência em investigações sobre a história da África, escravidão, trabalho e multiculturalismo brasileiro. É autor de diversos livros, entre eles “A Itajahy do século XIX: história, poder e cotidiano”, “Nacionalidade e Etnicidade do Atlântico Sul” e “Insurgências em Angola: Resistência ao colonialismo e ao imperialismo”.

Um dos pontos abordados na palestra é a questão da identidade negra. Os escravos chegavam da África e não tinham liberdade para praticar suas crenças, perdiam inclusive o sobrenome. O professor Bento conta que, por conta disso, as famílias de descendentes negros raramente preservam sobrenomes de origem africana. O caminho mais comum para os escravos, após a abolição, em um momento em que a escravidão já estava quase chegando ao fim no país, era adotar o sobrenome de seus “Senhores”.

Para explicar porque ainda é importante discutir sobre o passado escravocrata do Brasil, o professor Bento recorre às palavras de Joaquim Nabuco: “Não basta acabar com a escravidão, é preciso destruir sua obra”. Bento defende que a abolição não resolveu todos os problemas da população negra no Brasil e as mazelas do racismo ainda existem em nossa sociedade.

 

Veja a entrevista completa:

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Univali respira arte e cultura

Música, poesia, artes visuais, teatro, dança… Muitos talentos artísticos circulam pelos corredores da Univali, às vezes em silêncio ou no anonimato. Por isso, a universidade promove mais um Festival Cultural Univali. Esta é a décima edição do Festival, que este ano faz parte da programação comemorativa dos 50 anos de ensino superior em Itajaí e 25 anos de reconhecimento da Univali como universidade. A comunidade está convidada a participar das apresentações, que vão acontecer entre os dias 19 e 26 de setembro.

A relevância do festival é explicada pelo coordenador do Setor de Arte e Cultura da Univali, Ricardo Capraro. Há dez edições, o festival é um espaço aberto para artistas amadores da instituição e uma porta aberta para o surgimento de novos talentos. Também é uma forma de incentivo à cultura em todas as suas manifestações.

Um dos destaques da edição de 2014 é a quarta edição do FENUDI, o Festival Nacional Universitário de Dança de Itajaí, que reúne grupos de diversas universidades de Santa Catarina.

 

Veja a entrevista na íntegra:

 

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Arquivo VV – 100 anos da Primeira Guerra Mundial

Neste início do mês de agosto diversos países realizaram cerimônias em referência à passagem dos 100 anos da 1ª Guerra Mundial. O confronto, que começou na Europa, acabou envolvendo os cinco continentes e modificou definitivamente a geopolítica internacional.

Quem explica as causas e as consequências da 1ª Guerra Mundial é o professor Itamar Siebert, dos cursos de História e Relações Internacionais da Univali. Entenda como foi o período de guerra, qual sua relevância para o mundo de hoje e ainda, como o “período de massacre” favoreceu a estabilidade econômica dos Estados Unidos, que começou a se consolidar como potência internacional a partir deste período.

Confira:

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Arquivo VV – Método Busquet propõe novas maneiras para combater e tentar tratar a dor

Uma especialidade da fisioterapia se propõe a tratar pontos de tensão em diferentes partes do corpo, em especial as dores lombares. O Método Busquet atua a partir de manobras manuais para liberar diferentes pontos do corpo.

O fisioterapeuta Murilo de Marco, que também é professor do Método Busquet, explica quais são os fundamentos da técnica, que avalia o corpo como um todo no momento de tratar qualquer tipo de dor. O fisioterapeuta ainda conta que todos os tipos de dores podem ser tratados com o método, em todos os tipos de pacientes: desde recém-nascidos a idosos.

 

Assista a entrevista completa:

Conheça os profissionais do Método Busquet:

http://www.metodobusquet.com.br/

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